Esse é um dos meus primeiros textos que insisto em chamar de poema. Não tem título, por isso deixe sua sugestão...
"Um barco...
Várias gaivotas,
O vento tímido e sutil.
O céu, unido-se à linha do mar.
Uma dor...
Pura, constante, insuportável.
Caravelas...
Almas à deriva,
Perdidas na imensidão do dia.
Aprisionastes a mim,
Marujo desajeitado,
Completamente acorrentado às tuas injúrias impróprias.
Tinha então o meu lugar,
Estava esquecido, reservado à tua esquerda,
Da forma como havias me prometido.
Me fiz fiel...
Pontual em todos os teus desejos.
Mas eis então minha sentença
Soturno e perdido
Nas escuras paragens do teu peito."
Por: Franco Neto.
Formado em História pela UESPI e Pós Graduado em Estado, Movimentos Sociais e Cultura.
Professor de História do Município de Teresina - Piauí.
(em algum lugar do passado)


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