sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
- Demência -
No mar de estrelas; imerso
A observar delírios; inquieto
Resta-me a glória fétida do feto
A esperar a frieza escura do Universo
E do vago riso que restava
Tua presença obscura esvaía
O penar desta alma crua e sombria
Errante, melancólica e mais nada.
Por: Franco Neto.
Formado em História pela UESPI e Pós Graduado em Estado, Movimentos Sociais e Cultura.
Professor de História do Município de Teresina - Piauí.
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